/FAQ

Como o InternetLab financia suas atividades?

O InternetLab é uma entidade sem fins lucrativos. Não atuamos como consultoria ou escritório de advocacia e só prestamos serviços se eles estiverem afinados com a nossa finalidade, que é fazer pesquisa na área de direito e tecnologia que tenha preocupação com incidência em políticas públicas. Desta forma, o financiamento das nossas atividades vem de fundações, organizações do terceiro setor, empresas e pessoas físicas. Em todos esses casos incidem duas condições: a independência na elaboração e execução dos projetos e a liberdade de manifestar qualquer tipo de análise e postura institucional.

No ano de 2015, nosso financiamento veio 66% de fundações e organizações do terceiro setor internacionais, 5% de instituições desse tipo, mas nacionais, 28% de empresas e 1% de doações de pessoas físicas.

Como o projeto “QDSD?” foi financiado?

O projeto foi financiado por doação da Fundação Ford e por doadores individuais.

Quem trabalhou no “QDSD?”?

A equipe do InternetLab que trabalhou neste projeto foi a seguinte: Dennys Antonialli (diretor-presidente), Francisco Brito Cruz (diretor), Jacqueline Abreu (pesquisadora) e Juliana Ruiz (estagiária de pesquisa). Colaboraram com a equipe Mariana Valente (diretora) e Beatriz Kira (coordenadora da área de conjuntura).

Na EFF trabalharam no projeto Katitza Rodríguez (diretora de direitos internacionais) e Kurt Opsahl (vice-presidente e advogado).

A parte de comunicação do projeto foi realizada pela Maria Claudia Levy, da GOMA Oficina, e por Sergio e Bruno Berkenbrock, do MirrorLab.

O projeto se encerrou com a divulgação dos resultados?

Não, o projeto continua. A periodicidade da avaliação realizada no projeto é anual. A cada versão reavaliaremos a metodologia e os resultados, garantindo que eles reflitam quais são as  possibilidades que estão ao alcance das empresas avaliadas para que elas defendam seus dados.

Recomendações para a próxima edição

Para os próximos anos e avaliações, o InternetLab convida as empresas a elaborarem políticas de privacidade que informem usuários sobre o tratamento conferido a dados cadastrais e registros de conexão, nos termos do Marco Civil da Internet, e as formas como lida com ordens judiciais e requisições administrativas para entrega de dados. Também encoraja as empresas a utilizarem suas ‘salas de imprensa’ em seus websites para elencarem suas ações em defesa da privacidade e proteção de dados no Judiciário e em debates públicos. Por fim, também incentiva as empresas a publicarem relatórios de transparência e a adotarem práticas de notificação de usuário.